Há momentos na vida em que as palavras se tornam pequenas. Quando alguém está afundando em tristeza, medo ou desespero, não precisa de lições. Precisa de socorro. É sobre isso que falaremos hoje.


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O instinto de corrigir
Muitos de nós temos a tendência de oferecer conselhos imediatos diante da dor alheia. Fazemos isso com boas intenções, acreditando que a orientação pode aliviar. Mas, no auge da crise, até o melhor conselho soa como peso.
É como tentar ensinar técnicas de natação para quem está se afogando. O que essa pessoa precisa é respirar.
Existe tempo de instruir e tempo de apenas segurar a mão. Na dor aguda, acolhimento é mais eficaz que correção. Primeiro, a vida precisa ser preservada. Só depois vem o aprendizado.

Empatia é socorro silencioso
Quando alguém está no fundo do poço, o abraço vale mais do que mil palavras. Uma escuta atenta pode acalmar mais do que qualquer sermão.
Empatia é estar presente, não necessariamente explicar. É oferecer ombro, água, silêncio. É ajudar a pessoa a encontrar chão novamente.
Não significa que nunca devemos orientar. Significa apenas que há ordem nos processos. Primeiro o resgate, depois a reflexão.
É como a criança que cai e rala o joelho. O primeiro gesto é limpar a ferida e acalmar o choro. Só depois explicamos que ela deve ter cuidado ao correr.
Como agir diante da dor alheia
- Ouça mais, fale menos. Permita que a pessoa despeje o coração.
- Ofereça ajuda prática. Às vezes, um copo d’água ou companhia já é suficiente.
- Ore junto, se ela permitir. A oração nos direciona para quem pode dar o perfeito consolo.
- Deixe o ensino para depois. Quando o coração estiver mais calmo, as palavras encontrarão terreno fértil.
Quando alguém está se afogando, não é hora de ensinar a nadar. É hora de estender a mão. O aprendizado virá, mas primeiro é preciso sobreviver à tempestade.
Que aprendamos a ser esse socorro, não com discursos prontos, mas com gestos simples que devolvem a esperança.

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Sobre o Autor
Com mais de 1 milhão de e-books baixados no Brasil e no mundo, Danilo H. Gomes, autor best-seller conhecido por sua forma de escrever simples, profunda e cativante, vem rompendo barreiras no mundo literário, alcançando desde os leigos até os especialistas. Seu amor pelo desenvolvimento humano, em conjunto com seu conhecimento filosófico reflexivo e sua paixão pela psicologia, geraram mais de 70 publicações relacionadas aos mais variados temas. Danilo H. Gomes é marido de Débora e pai de Sarah.





Graça e Paz Danilo, Deus abençoe ricamente pelos estudos e postagens que tanto edifica minha vida e de outras pessoas que reenvio!!!
Graça e paz! Amém! Muitíssimo obrigado por estar ao meu lado nesta caminhada. Um grande abraço! 🫂🤗