A Arte de Ouvir a Si Mesmo: Como Transformar Sua Comunicação Através da Empatia e da Fé

Você já parou para pensar no poder extraordinário que reside nas palavras que saem da nossa boca? Muitas vezes, falamos ininterruptamente, sem ponderar sobre o que está sendo dito e sobre o desejo alheio de também manifestar-se. Há certo egoísmo naqueles que dominam o diálogo sem respirar. Contudo, o altruísmo é característica forte e essencial dos eloquentes. Como cristãos, somos chamados a usar nossa comunicação para edificação, sabendo que cada frase reverbera na vida do nosso próximo.

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Pessoa refletindo durante uma conversa

Todo tipo de interação humana deve ser agradável para que resulte em efeitos significativos. É necessária muita atenção da parte do locutor enquanto “desenrola” o assunto tratado. Assim como um massagista questiona-se sobre a qualidade de suas massagens, o locutor deve questionar-se sobre sua comunicação. Pense o seguinte: se você estivesse na pele do seu ouvinte, gostaria do momento? Entenderia com clareza a mensagem? Estaria confortável e cativado?

A prática de se imaginar na mente do outro é um pouco árdua e maçante no início. Ninguém consegue falar com clareza e construir ideias ao mesmo tempo em que se pergunta internamente se o outro está gostando da conversa. Portanto, utilize esta técnica aos poucos. Nas rodas de conversa, invoque um “espelho imaginário” quando estiver em dúvida sobre sua desenvoltura. Se perceber que a conversa está desinteressante, encurte o assunto ou mude os rumos com sabedoria e leveza.

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Além da autoanálise, precisamos aprender a navegar pelos campos de conhecimento de quem nos escuta. Provavelmente você já se viu conversando com alguém totalmente diferente de você, não é mesmo? Qualquer interação torna-se confusa quando as partes não compartilham de gostos em comum. Para evitar que a falta de assunto reine, aprenda a analisar os campos de conhecimento do seu ouvinte através de uma rápida observação.

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